Adivinha doutor quem tá de volta na praça?

Quem vê nem imagina que eu acordava as 4h da manhã!
Depois desse inverno, cá estou eu. Muita coisa passou por debaixo dessa ponte, muito estresse, muita alegria, muita mudança... Quase desisti de escrever! 

Em linhas gerais, o segundo ano do College foi bom. Digo bom pois eram momentos alternados entre “Quero matar!”, “Quero morrer!”, “Que f*da!”, “Que se f*da!” e por aí foi.  












Graças ao bom Deus, todos os santos e aquele que me guarda... Acabou! Acabou! É teeeeeeeetra! 

Essa semana, vou lá tirar a foto com a beca, fundinho azul marmorizado, sorrisinho blasé... Sim, queremos o palhaço completo!
Agora, só esperar a cerimônia de graduação!



Tá, Mariana, e depois? E os próximos passos?

Gente... calma... Uma coisa de cada vez! Se não isso aqui vira um Guerra e Paz!
Fazendo um balanço rápido ( pero, no mucho!) sobre estudar numa instituição gringa, com gringos, ser a gringa da turma... Foi válido mas é pra quem tem coração forte.  No meu caso, em especial, eu era a única* brasileira na minha turma.
Eu sentia muito a falta de identificação. Faz falta o elemento comum, sabe? E isso é a pior parte de escolher ir para outro lugar. Você se sente o peixe fora d’água. E não adianta você saber todas as piadas de Friends ou do Seinfield, ter lido Game of Thrones no original... vai te faltar a gíria, o refinamento que a linguagem popular te dá. Vai ter gente que vai dar aquela roladinha de olho quando vc pedir pra explicar o contexto, mas também vai ter gente que vai te explicar na boa e rir junto contigo.

Eu passei por 2 instituições públicas de ensino superior no Brasil e por 1 instituição pública de ensino pós secundário no Canadá, posso avaliar?  Sim! Esse blog é meu e a perspectiva é minha.   Comparando em alguns aspectos, como infraestrutura, tecnologia e acessibilidade, aqui tem umas coisas que uou! Já no conteúdo de curso e capital humano dá pra perceber que o ensino brasileiro fornece uma base extremamente rica. Para não me alongar muito nesse post... eu vi gente daqui, local, que estudou a vida toda em  "escola de primeiro mundo’’ no desespero por não saber transformar fração em decimal. E não foi uma ou duas pessoas... foi turma.
Um salve pras queridas da Educação Fundamental, que usam todos os recursos possíveis e se não tiver recurso a gente inventa, dá um jeito, mas o sujeito sai sabendo.

Segue o Baile!

*Então...eu era única até o meio do curso, quando lindo, querido, maravilhoso, amor da vida de titia Rafael entrou, vindo de um outro programa. Depois, quase no fim do curso, descobri que havia outra brasileira, que havia entrado comigo mas nunca havia se manifestado, mesmo estando nas mesma aulas, mesmo sabendo que éramos do mesmo país.  Não julgo. Pessoas tem seus motivos... poderíamos ter sido companheiras e tal... enfim, escolhas.

Mentira! Julgo sim! Julguei horrores ! 

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